Caracterizado pela redução das chuvas e pelo aumento das temperaturas, o período de estiagem já começou nos estados do Tocantins e Pará. Diante desse cenário, a BRK | SANEATINS destaca à população os possíveis impactos do Super El Niño para a região. O fenômeno climático deve intensificar os efeitos da estação seca, favorecendo a ocorrência de calor acima da média, reduzindo o volume de precipitações e aumentando o risco de queimadas, fatores que exigem atenção ao uso racional da água e à preservação dos mananciais.
Medidas simples, como evitar desperdícios, corrigir vazamentos rapidamente e adotar hábitos de consumo conscientes, ajudam a reduzir a preservar a qualidade de vida para toda a população durante o período de estiagem. O diretor-presidente da BRK | Saneatins, Cleber Renato, reforça a importância do uso responsável da água neste período. "É fundamental que a população adote hábitos conscientes durante os meses de escassez hídrica. O consumo excessivo pode contribuir para a redução da disponibilidade de água e provocar oscilações no sistema de abastecimento", destaca.
Pensando nesse contexto, BRK/SANEATINS promove campanhas educativas e informativas para conscientizar a população sobre os efeitos do calor extremo e da estiagem. A iniciativa busca fortalecer a compreensão da relação entre o consumo consciente, a preservação dos rios e reservatórios e a segurança hídrica.
O que é o Super El Niño?
O Super El Niño é um evento climático caracterizado pelo aquecimento anormal e intenso das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. Essa condição altera a circulação atmosférica em diversas partes do planeta, influenciando os padrões de chuva e temperatura e impactando diferentes regiões do mundo.
De acordo com os mais recentes boletins de monitoramento climático da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) e da Organização Meteorológica Mundial (OMM), há 97% de probabilidade de o El Niño permanecer ativo até o início de 2027. As projeções também indicam a possibilidade de o fenômeno atingir intensidade forte ou muito forte entre outubro e dezembro.
No Brasil, especialmente na Região Norte, os efeitos mais comuns estão associados à redução das chuvas, ao aumento das temperaturas e ao agravamento da estiagem. Em estados como Tocantins e Pará, esse cenário pode aumentar o risco de queimadas e elevar a pressão sobre os recursos hídricos, reforçando a importância do uso consciente da água e da preservação dos mananciais.
Texto: Luciana Santos - Estagiária sob supervisão ASCOM-BRK/SANEATINS